domingo, 4 de outubro de 2015

Vestígio

Título: Vestígio
Autor: Patricia Cornwell
Páginas: 444

Kay Scarpetta é uma médica legista que foi chamada a investigar a morte de uma garota de 14 anos, em que ninguém conseguia descobrir a causa. O problema é que ela foi chamada pelo departamento onde ela havia sido chefe e sido demitida cinco anos antes. Vários fatores pesam na decisão de aceitar ou não o chamado.

Segundo a orelha do livro, a personagem Kay Scarpetta já protagonizou vários livros da autora, mas confesso que este é o primeiro que li e também tomei conhecimento. Romance policial, com as características de praxe, mas não achei nada excepcional, uma história comum na minha simples opinião.

Trechos interessantes:

"Marino passou a vida adulta na polícia, e um detalhe que um bom policial nunca despreza é a localização. Não adianta nada pegar seu rádio e gritar Socorro se você não souber onde está." (pág. 82)

"Ele ergue os olhos para ela. 'É seguro conversar aqui, tenho certeza. Ele não é tão esperto assim. Além disso, acho que nunca esteve na sala de decomposição. Provavelmente nem sabe onde ela fica'.
'É fácil subestimar as pessoas de quem a gente não gosta'." (pág. 121)

"Ele não é um bom pai. Não é assim que acontece? Nós amamos o que não podemos ter." (pág. 164)

"Quando ela ficava bêbada, buscava o que pensava que queria, só  para descobrir depois que não queria o que tinha buscado, e sentia repulsa ou simplesmente indiferença, supondo que conseguisse sempre se lembrar do que fizera ou buscara, e depois de algum tempo ela raramente se lembrava." (pág. 170/171)

"Quando a gente se torna o alvo, é difícil ser objetivo. Como guerreiros, tendemos a objetivar os que nos perseguem da mesma forma como eles objetivam suas vítimas. É diferente quando somos os objetivados, quando somos as vítimas [...]" (pág. 390)

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